Really!
domingo, 5 de junho de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
"Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles. (...) A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade. E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! (...) E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida. (...) Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos eles morrerem, eu desabo! (...) A gente não faz amigos, reconhece-os."
- Vinicius de Moraes
domingo, 22 de maio de 2011
Ainda sinto falta da sua amizade. Sinto falta da sua presença. Sinto falta de quem você costumava ser.
O que foi que aconteceu? Onde foram parar as risadas, as conversas, os abraços, as histórias, os segredos? Eu achei que ao menos você estaria aqui para sempre... Achei que fossemos mais fortes do que a distância.
Mas tudo que sobrou foram as lembranças e os retratos que colorem de saudade o meu quarto.
“Não me prendo a nada que me defina. Sou companhia, mas posso ser solidão; tranquilidade e inconstância; pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono. Música alta e silêncio. Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser. Não me limito, não sou cruel comigo! Serei sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que não quer valer…
Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. Ou toca, ou não toca.”
Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. Ou toca, ou não toca.”
- Clarice Lispector.
“As estações sempre terminam e algumas coisas permanecem, outras vão ficando para trás sem que a gente perceba, o outono leva com as folhas secas todas as angústias dos vendavais que na minha vida passaram. O verão passa e deixa o sol, após essa estação permanece tudo que em mim brilha e continuará brilhando. O inverno leva com ele agosto e deixa julho que sempre é leve e lembra férias de colégio, que sempre é calmo e deixa um gostinho de mistério. A primavera fazem as flores sorrirem todos os dias e me deixam boas lembranças. O que importa mesmo é que tudo sempre passa, o que fica é o amor, a esperança e as boas lembranças (…)”
[Página 324 - A última música]
sábado, 21 de maio de 2011
Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte;
Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa.
Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.
Mateus 5:14-16
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